Puga & Lima Advocacia
Família e Sucessões · Alienação parental

Alienação Parental
e o Direito à Convivência

Se a criança está sendo afastada de você, ou se a acusação de alienação recai sobre você, o escritório organiza os fatos, conduz o processo e acompanha a perícia, com a proteção da criança à frente de tudo.

  • A lei dá prioridade ao processo e assegura visitação assistida mínima, salvo risco à criança
  • Atendimento online para todo o Brasil, ou presencial em Guarulhos/SP e Belém/PA
  • O primeiro contato é pelo WhatsApp, e a consulta só é agendada se você decidir seguir

A conversa continua pelo WhatsApp, no seu ritmo.

OAB/SP 50.480 · OAB/PA 1.890 · Área de família coordenada pela Dra. Magda Puga, conciliadora e mediadora

Para quem é

É o Seu Caso Se a Criança Está Sendo Afastada

Criança abraça o pai no sofá de casa
  • Visitas desmarcadas em cima da hora e ligações sem resposta viraram rotina.
  • A criança passou a recusar você de um jeito que não combina com a história de vocês.
  • Informações de escola e de saúde deixaram de chegar, ou houve mudança de endereço sem aviso.
  • A acusação recai sobre você e você quer que os fatos sejam apurados com seriedade.

Nem todo desencontro é alienação. Muitas vezes é convivência mal definida, e a primeira conversa já ajuda a separar uma coisa da outra.

Há suspeita de abuso ou violência contra a criança? A proteção vem antes da discussão sobre alienação: a suspeita deve ser comunicada ao Conselho Tutelar ou à polícia.

Falar sobre a proteção da criança →
O que o escritório faz

Do Primeiro Sinal à Medida do Juiz

Alienação se demonstra com fatos e avaliação técnica, não com impressões. O escritório organiza os fatos e acompanha a avaliação.

  1. Linha do tempo

    Visitas impedidas, mensagens, informações negadas, cada fato com data. É a cronologia de incidentes que a perícia examina.

  2. Leitura do caso

    Se o caso é de alienação, de conflito de convivência ou de suspeita que pede proteção. O caminho muda conforme a resposta.

  3. Pedido ou defesa

    O pedido de medidas, em ação própria ou no processo que já existe, ou a defesa com fatos, se a acusação é contra você.

  4. Perícia

    Pedido de perícia psicológica ou biopsicossocial, quesitos para o perito e leitura crítica do laudo.

  5. Visitação assistida

    Se o contato foi interrompido, o pedido de visitação assistida, no fórum ou em entidade conveniada com a Justiça.

  6. Medidas e acompanhamento

    O pedido das medidas que a lei prevê, conforme a gravidade, e o acompanhamento do que for decidido.

Como funciona

O Que Acontece Depois Que Você Envia

Profissional com prancheta escuta uma cliente durante um atendimento
  1. Você responde três perguntas

    No formulário desta página ou pelo WhatsApp. Leva menos de um minuto.

  2. A equipe responde pelo WhatsApp

    Confirma se já existe processo sobre a criança, entende em que pé está a convivência e explica como funciona a consulta.

  3. Consulta com o advogado da área

    Online ou presencial. O advogado ouve os fatos, diz se o caso aponta para alienação, lista o que reunir e apresenta os honorários por escrito. O valor da consulta é informado antes de agendar, nunca depois.

  4. Pedido ou defesa no processo

    No processo que já existe ou em ação própria, com o pedido de medidas e de perícia, ou a defesa, se a acusação é contra você.

  5. Perícia e decisão

    O perito ou a equipe técnica avalia a família, inclusive a criança, e o juiz decide as medidas com base no laudo e nas demais provas.

Sobre o tempo. A lei manda dar prioridade a esses processos, e medidas provisórias podem ser tomadas antes do laudo. O restante depende da agenda da vara e da perícia, por isso o escritório não informa prazo antes de ver o caso.

Pedir ou se defender

Qual É o Ponto de Partida do Seu Caso

A lei é a mesma nos dois casos, e o centro dela é a criança. Muda o ponto de partida: pedir que o afastamento pare ou responder a uma acusação com fatos.

Quem pede

Quando a Criança É Afastada

Declaração da alienação e medidas para retomar a convivência.

  • O pedido entra no processo que já existe ou em ação própria
  • O juiz pode determinar medidas provisórias antes do laudo
  • A perícia psicológica ou biopsicossocial é feita quando necessária
  • A lei assegura visitação assistida mínima, salvo risco atestado por profissional

As medidas vão da advertência à mudança da guarda, conforme a gravidade.

Quem responde

Quando a Acusação É Contra Você

Defesa com fatos e avaliação técnica, sem expor a criança.

  • Denúncia não confirmada não é o mesmo que denúncia falsa
  • A perícia examina a história da família, não só a acusação
  • Se a criança precisar ser ouvida, é por depoimento especial
  • Você pode apresentar provas e indicar assistente técnico para a perícia

Toda suspeita de abuso é apurada: é isso que protege a criança e esclarece os fatos.

Quem conduz

A Área de Família Tem Nome e Registro

Dra. Magda Puga, coordenadora do escritório Puga & Lima Advocacia

Dra. Magda Puga

Coordenadora · Família e Sucessões

  • Pós-graduação em Direito de Família e Sucessões
  • Conciliadora e mediadora
  • Pós-graduação em Direito Civil e Processo Civil
Dr. Márcio Lima, sócio do escritório Puga & Lima Advocacia

Dr. Márcio Lima

Sócio · Processo civil

  • Pós-graduação em Direito Civil e Processo Civil, em curso
  • Extensão em Direito de Família e Sucessões
  • Pós-graduação em Direito Notarial e Registral, em curso

Na alienação parental, a mediação ajuda a baixar o conflito que alimenta o afastamento: a meta é a convivência saudável da criança, não um dos pais vencer o outro. E a parte processual pesa na perícia, onde quesitos e provas dão ao juiz base segura para decidir.

Selo do Prêmio Quality Justiça 2022

Prêmio Quality Justiça 2022, categoria responsabilidade social

Selo do Prêmio Águia Americana Master 2023

Prêmio Águia Americana Justiça Master 2023, Instituto I.N.Q.S.

Puga & Lima Sociedade de Advogados — inscrições OAB/SP 50.480 e OAB/PA 1.890.

Custos e advogado

As Duas Perguntas Que Vêm Antes de Tudo

Quanto custa?

Você conhece cada parte antes de começar:

  • Honorários do escritório, apresentados por escrito na consulta, antes de qualquer trabalho.
  • Custas judiciais, definidas em cada estado e pagas ao Judiciário.
  • Perícia, quando o juiz determinar. Se for feita por perito nomeado, e não pela equipe do fórum, os honorários dele são adiantados por quem pediu a perícia ou divididos entre as partes.

A consulta tem valor informado antes do agendamento, nunca depois.

A criança vai ter que depor?

Só se for necessário, e com proteção própria: nos casos de alienação parental, a escuta segue o depoimento especial (art. 8º-A da Lei 12.318/2010).

  • Ela é ouvida por profissional capacitado, em sala acolhedora e reservada.
  • Não lê nem ouve o que os adultos escreveram no processo.
  • O depoimento é gravado e, sempre que possível, feito uma única vez.

Fora dali, o que mais protege a criança é não colocá-la no meio: nada de perguntas, gravações ou recados por ela.

Avaliações no Google

O Que Dizem os Clientes do Escritório

Advogado atencioso, e orientou mesmo sabendo que a causa não compensaria para o escritório.

Rafael Di Tilia

Foi um excelente atendimento e tirou todas as minhas dúvidas. Muito obrigada.

Simone Filgueira

Foi gratificante. Fui bem orientada.

Cleidilene Rodrigues

Avaliações públicas de clientes no perfil do escritório no Google.

Documentos

O Que Separar Para a Consulta

Alienação se demonstra com registros feitos na época dos fatos. Reúna o que tiver, do jeito que está, sem editar nem apagar nada.

Caderno aberto com um celular e uma caneta sobre a mesa

Da convivência

  • Decisão ou acordo que fixou guarda e visitas, se existir
  • Datas das visitas desmarcadas ou impedidas, anotadas na época
  • Mensagens e e-mails sobre a criança, completos, sem recortes

Da criança

  • Certidão de nascimento
  • Nome da escola e do serviço de saúde que ela frequenta
  • Pedidos de informação feitos à escola ou ao médico, que devem responder a qualquer dos pais

Do processo, se houver

  • Número do processo de guarda, visitas ou divórcio
  • Laudos e estudos psicossociais já feitos
  • Boletim de ocorrência ou medida protetiva ligada ao caso

Não grave nem interrogue a criança. Isso a expõe, e a escuta dela, quando necessária, é feita por profissional, do jeito que a lei manda.

Dúvidas

Perguntas Frequentes Sobre Alienação Parental

O que é alienação parental?

É a interferência na formação psicológica da criança, feita por um dos pais, pelos avós ou por quem a tem sob sua guarda, para que ela rejeite o outro genitor ou para prejudicar o vínculo entre eles (art. 2º da Lei 12.318/2010). A lei dá exemplos, como desqualificar o outro, dificultar o contato, omitir informações escolares e médicas e apresentar falsa denúncia, e a lista não é fechada.

Como provar alienação parental?

Com registros feitos na época dos fatos e com avaliação técnica. Mensagens, datas de visitas impedidas e informações negadas mostram o que aconteceu, e a perícia psicológica ou biopsicossocial examina a família como um todo (art. 5º da Lei 12.318/2010). O juiz olha o conjunto: um episódio isolado é diferente de um padrão que se repete.

O que o juiz pode fazer quando reconhece a alienação parental?

Conforme a gravidade, pode declarar a alienação e advertir quem a pratica, ampliar a convivência de quem foi afastado, aplicar multa, determinar acompanhamento psicológico ou biopsicossocial, mudar a guarda para compartilhada ou invertê-la e fixar provisoriamente onde a criança mora (art. 6º da Lei 12.318/2010). A suspensão da autoridade parental, que também estava na lista, foi retirada pela Lei 14.340/2022.

Alienação parental é crime?

Não existe, na lei brasileira, um crime chamado alienação parental. As medidas da Lei 12.318/2010 são aplicadas no processo de família, e a própria lei ressalva a responsabilidade civil e criminal por outros atos, como descumprir ordem judicial ou acusar alguém sabendo que é inocente.

A lei de alienação parental foi revogada?

Não. A Lei 12.318/2010 continua em vigor, com as mudanças feitas pela Lei 14.340/2022, e é ela que os juízes aplicam. Há projetos no Congresso que propõem revogá-la, e o tema é debatido, mas enquanto nenhum deles for aprovado e sancionado, a lei continua valendo.

Denunciar suspeita de abuso é alienação parental?

Não, quando a suspeita é levantada de boa-fé. A lei trata como alienação a falsa denúncia feita para afastar a criança do outro genitor (art. 2º, VI, da Lei 12.318/2010), e suspeita que não se confirma não é, só por isso, denúncia falsa. Toda suspeita de abuso deve ser comunicada e apurada.

O que acontece quando a acusação de abuso é falsa?

Primeiro, a acusação é apurada como qualquer suspeita de abuso, com escuta protegida da criança e avaliação técnica, e a proteção dela vem antes. Se ficar demonstrado que a denúncia era falsa e feita para afastar a criança, a lei trata o ato como alienação parental (art. 2º, VI, da Lei 12.318/2010). Enquanto isso, o caminho é colaborar com a perícia e pedir convivência assistida, se não houver risco atestado.

Como se defender de uma acusação de alienação parental?

Com fatos e com a apuração técnica, não na mesma moeda. Mostre como tem sido a convivência, o que foi combinado e cumprido e como a criança vive nas duas casas, e peça que a acusação seja examinada por perícia. Continuar cumprindo a convivência e não envolver a criança na disputa também conta, porque o comportamento durante o processo é observado.

Conte o Que Está Acontecendo

Três perguntas e o seu WhatsApp, sem precisar contar nada por escrito. A equipe responde com o próximo passo e com o valor da consulta, antes de qualquer agendamento.

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Contato

Unidades e Contato do Escritório

Matriz

Guarulhos · SP

Endereço
Sala 1716, Edifício Clube Office — R. Silvestre Vasconcelos Calmon, 51, 17º andar — Vila Moreira, Guarulhos/SP
Atendimento
Segunda a sexta, das 9h às 18h
OAB/SP
50.480
E-mail
atendimento@pugalimaadvocacia.com.br
Enviar meu caso à unidade de Guarulhos

Abre o WhatsApp da matriz. Descreva o ocorrido e, se tiver, anexe os documentos que já possui.

Filial

Belém · PA

Endereço
Ed. Parque Office, Torre Norte — Rod. Augusto Montenegro, 4300 — Parque Shopping, Belém/PA
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Segunda a sexta, das 9h às 18h
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1.890
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atendimento@pugalimaadvocacia.com.br
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Abre o WhatsApp da filial do Pará. Atendimento também para o interior do estado, de forma digital.